segunda-feira, 23 de julho de 2012

Omissão ante a confusão ideológica

Segunda-feira - 23/07/2012 - Os movimentos sociais e os intelectuais da região, se é que o últimos existem, não poderiam deixar passar a deliberada omissão dos meios de comunicação na educação das crianças (jornais são lidos nas escolas, crianças assistem noticiários), jovens e do povo em geral, em relação à clareza das ideologias nas disputas pelo poder.
Ao contrário, os colunistas escrevem, como se acreditassem em seus próprios conceitos, sem nenhum manual de procedimento ou de ética. Por exemplo, os jornais não deixam claro ao povo que as siglas e agremiações, os clubes políticos da cidade, se constituem, a rigor, um único partido político. Vulgarmente, não há diferenças entre os pseudo-partidos. Isso é tão claro que transitam de um partido para o outro sem menor cerimônia. Delmar Pimentel, por exemplo, migrou do PDT para o PP de uma forma mágica. Nenhum dos políticos locais leva a proposta de país dos partidos a sério. Eles correm em busca dos seus próprios interesses. E os jornais, programas de rádio, noticiários, até mesmo a TV Educativa, da qual esperaríamos um comportamento diferente, não jogam luzes. Os motivos são óbvios: inclusive a TV pública, os meios de comunicação estão nas mãos dos mesmos grupos ideológicos. Não é sem sentido que há locutores que estão na maioria dos departamentos de jornalismo (se é que podemos chamar de departamento) das emissoras de ondas médias, fm e televisão.
Debate, esclarecimento, só tivemos na refundação do Diário dos Campos e na CBN de Eduardo Ribeiro e Régis Rieger. Pena!

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