Muitíssimo raramente leio ou olho superficialmente as notas imbecís e tendenciosas de "Fábio Campanha", assessor do Governador Campos Salles de Richa, da UDN paranaense, reeleito através de enganosa campanha e publicidade nos meios de comunicação. Hoje, de bom humor, resolvi cuidar do besteirol escrito por esse João Batista da reação, visto que tinha que atentar para a publicidade política de artigo na mesma página.
1. "O custo da corrupção no Brasil cresce avassaladoramente..." - e quanto representa a corrupção no Paraná? Ela cresce na mesma proporção? Não há nas notas espirituais de Campanha nenhuma referência aos escândalos da Receita Estadual, aos parentes de seu patrão, Campos Salles. Fábio não tem autonomia, nem compromisso com a verdade. Sua obrigação e é pago muito bem para isto, ler e decorar Groebels e Carlos Lacerda. Campanha é excelente calvinista, entende que a depravação humana é irreversível e crescente. Apenas a intervenção da saudosa UDN, ARENA, PDS ou PFL como queiram chamar será capaz de salvar da perdição as pobres almas latino-americanas. Contraditoriamente, porque isso é com nas sínteses de natureza religiosa, Campanha defende um dos mais depravados políticos, aquele que desgoverna o Paraná.
2. Novo nome para o golpismo fascista - Fabinho de Beto Richa chama as tentativas de golpe contra a democracia no Brasil, os mesmos que foram ensaiados em 1893, 1930, 1944, 1954, 1955, 1962, 1964 e agora em 2015, como "Mania de perseguição". Campanha orgulha-se de ser o sociólogo de Campos Salles.
Santo Eduardo Cunha. O pastor fundamentalista Eduardo Cunha, defensor do regime teocrático no país, é consagrado a santo na coluna por, simplesmente, ser antipetista.
BASTA...
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Altar de Beto Richa e a adoração jornalística nos Campos Gerais
Um dos diários de Ponta Grossa alinha-se radicalmente com o projeto político reacionário do Governador do Paraná, Carlos Alberto de Campos Salles, reeleito pela ARENA, em 2014. O Governo do Paraná, atualmente, representa uma mistura de forças semifeudais, burguesas, autoritarismo, neofascismo, antipopular, antinacional e liberalismo. É um governo cujas finalidades é reduzir ao máximo os serviços públicos, as instituições estatais e desmoralizar os servidores estaduais. É notório a tese ardentemente defendida nos últimos 5 anos de governo de que os estudos, a carreira acadêmica, o aperfeiçoamento intelectual não são bem vindos como política de governo. É o governo das obras paralisadas, da violência contra os servidores, das péssimas condições das salas de aula.
Ignoram-se todas estas estripulias do Governo do Paraná. O leitor menos avisado não percebe a conjugação de forças e afeto trocadas com a cúpula desintelectualizada que se assenhora da Universidade e lhe tem provocado paralisia filosófica durante décadas. É o caso da "UEPG terá investimento de R$ 4 mi em laboratório". Não só a matéria é tola mas outros festejos no interior da Universidade sobre o assunto.
A reportagem é uma redação técnica que corresponde a inspiração verbal-plenária do espírito que habita nos orgulhosos donos do ensino superior público dos Campos Gerais. Basta atentar para os nomes destacados.
O que chama a atenção é o contexto. Retirou-se a faixa que protestava contra os vendilhões do templo, carroceiros que deram tração para que Campos Salles metesse a mão no jarro da previdência, retardasse o pagamento das férias e se recusasse a cumprir a legislação em relação ao reajuste salarial. O mesmo Campos Salles que tem sobre suas costas as obras e edifícios paralisados no interior das Universidades. Uma tentativa típica de uma cultura local que se louva em ser estuprada pelo poder, principalmente quando se trata de governos fascistas e autoritários. Bem, no meio da matéria feita sob rigorosa encomenda, uma pequena nota procura tirar o rabo do Governador Campos Salles da reta. Estando o Paraná quebrado, presídios sem os devidos cuidados, agentes penitenciários sendo assassinados, escolas caindo aos pedaços, os escândalos da receita e as denúncias feitas pela imprensa livre ou consciente do Estado, há uma nota, baseada em revelação angélica no Hades, dizendo que o Paraná dribla a crise financeira. Se o Paraná "goza" de situação diferenciada no país, é porque institui a violência policial nos moldes da Gestapo e torna política pública o "não estudar". Matéria mentirosa e ideológica. Que isso não vá para as salas de aula.
Ignoram-se todas estas estripulias do Governo do Paraná. O leitor menos avisado não percebe a conjugação de forças e afeto trocadas com a cúpula desintelectualizada que se assenhora da Universidade e lhe tem provocado paralisia filosófica durante décadas. É o caso da "UEPG terá investimento de R$ 4 mi em laboratório". Não só a matéria é tola mas outros festejos no interior da Universidade sobre o assunto.
A reportagem é uma redação técnica que corresponde a inspiração verbal-plenária do espírito que habita nos orgulhosos donos do ensino superior público dos Campos Gerais. Basta atentar para os nomes destacados.
O que chama a atenção é o contexto. Retirou-se a faixa que protestava contra os vendilhões do templo, carroceiros que deram tração para que Campos Salles metesse a mão no jarro da previdência, retardasse o pagamento das férias e se recusasse a cumprir a legislação em relação ao reajuste salarial. O mesmo Campos Salles que tem sobre suas costas as obras e edifícios paralisados no interior das Universidades. Uma tentativa típica de uma cultura local que se louva em ser estuprada pelo poder, principalmente quando se trata de governos fascistas e autoritários. Bem, no meio da matéria feita sob rigorosa encomenda, uma pequena nota procura tirar o rabo do Governador Campos Salles da reta. Estando o Paraná quebrado, presídios sem os devidos cuidados, agentes penitenciários sendo assassinados, escolas caindo aos pedaços, os escândalos da receita e as denúncias feitas pela imprensa livre ou consciente do Estado, há uma nota, baseada em revelação angélica no Hades, dizendo que o Paraná dribla a crise financeira. Se o Paraná "goza" de situação diferenciada no país, é porque institui a violência policial nos moldes da Gestapo e torna política pública o "não estudar". Matéria mentirosa e ideológica. Que isso não vá para as salas de aula.
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